Identidade

(Esgotado) Se for verdade que em determinado momento se confundem “criador e criatura”, este que é o quarto livro de Wanda Alves, aponta não apenas o imaginário literário, mas aproxima de forma contundente a realidade da escritora em busca de si mesma.

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Descrição

Se for verdade que em determinado momento se confundem “criador e criatura”, este que é o quarto livro de Wanda Alves, aponta não apenas o imaginário literário, mas aproxima de forma contundente a realidade da escritora em busca de si mesma. “Finalmente, “Identidade” vem a público com o propósito de revelar não a identidade de uma mulher, mas da mulher, cuja voz se fez silente durante um longo período. Wanda Alves processa, na linguagem poética, a alquimia da busca da sua/nossa identidade. Descortina-se e entrega-se ao público, sem pudor, visando a descobrir-se e nos descobrir nesse diálogo silencioso da poesia. Afinal de quem é a voz? Resgatando pedaços, estilhaços de um espelho que se quebrou em mil faces, a identidade se constrói e se faz obra. Transforma a criatura em criador e a obra se modela em subjetividade criativa e se diz na sensibilidade feminina, espaço privado/singular da intimidade, da coragem de abrir baús antigos e portas, há muito fechados, e expressar suas emoções, medos, angústias, paixões, lembranças, desejos. Desvendar esse mundo guardado é tarefa árdua. Mas Wanda não é santa nem tampouco se quer heroína. Ela quer ser maga e na magia da palavra, ler a sua sorte e leu: -”A cor que definiria seu caminho, que se serenizaria seu coração e adiaria a sua morte”, seria a POESIA, ponte que a ligaria ao OUTRO, à sua, à nossa Identidade, singular e plural, condensada em poemas. Fez-se, então Wanda em versos… Obra multifacetada, “Identidade” é pulsão de vida. É o resgate de si na simbiótica luta com Thanatos. E saber-se múltipla, é transformar-se em cada maré, peixe com asas a “Voar… voar!”, ânsia de viver “Fêmea/Com jeito de mulher (…)”

Mariângela Borba Santos

 

Wanda pouco se atém a fatos. Os fatos pouco importam para ela. Prefere mergulhar nos sentimentos dos fatos. O que torna sua poesia toda prânica e melíflua. A gente vê luzes, a gente lê sua alma e percebe que sua poesia não tem limites, é algo diáfano. Seus versos com tudo e com todos se identifica. Um jeito de ver a vida fluir, deixando a dor passar, deixando o amor passar, e dor de novo e amor de novo até tornar as emoções mais brandas, suaves e suportáveis.

Fátima Guedes (cantora e compositora)

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